Quarta-feira, 9 de Maio de 2007
TERNURA

DESVIO DOS TEUS OMBROS O LENÇOL,

QUE É FEITO DE TERNURA AMARROTADA,

DA FRESCURA QUE VEM DEPOIS DO SOL,

QUANDO DEPOIS DO SOL NÃO VEM MAIS NADA...

OLHO A ROUPA NO CHÃO: QUE TEMPESTADE!

HÁ RESTOS DE TERNURA PELO MEIO,

COMO VULTOS PERDIDOS NA CIDADE,

ONDE UMA TEMPESTADE SOBREVEIO...

COMEÇAS A VESTIR-TE, LENTAMENTE,

E É TERNURA TAMBEM QUE VOU VESTINDO,

PARA ENFRENTAR LÁ FORA AQUELA GENTE

QUE DA NOSSA TERNURA ANDA SORRINDO.

MAS NINGUEM SONHA A PRESSA COM QUE NÓS,

A DESPIMOS ASSIM QUE ESTAMOS SÓS!

POEMA DE DAVID MOURÃO FERREIRA


música: JOÃO BRAGA CANTA ESTE POEMA

publicado por joselessa às 18:49
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