Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008
FELICIDADE ADIADA

 

 

Recordo a infância e lembro por momentos

As folhas de eucalipto espalhadas pelo chão,

De fazer com elas ventoinhas, vira-ventos

De pensar ter a felicidade em minha mão.

 

Lembro de correr atrás das borboletas

No meio de campos cobertos de trigo

De fazer ramos de papoilas com violetas

De pensar ter a felicidade junto comigo.

 

Agora a vida é outra e tão diferente

Caminho sozinho, vagueando entre gente

Já não ouço o som do gorjear das cotovias;

 

Hoje resta-me a ilusão dos vira-ventos

Dos sonhos sonhados naqueles tempos

Ficou a felicidade adiada para outros dias...

 

 

Soneto de António Teixeira da Mota

 

 



publicado por joselessa às 20:33
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1 comentário:
De TiBéu ( Isa) a 28 de Janeiro de 2008 às 21:14
E como recordar é viver aqui estamos recodando com um belo poema postado por o amigo José Lessa. Fica bem bj


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